Pequena mudança de hábito grande contribuição ao meio ambiente

Via Gilberto Scofield

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Lava-louça

Preencha todos os espaços da sua lavadora de louça para economizar energia e não pré-enxágue os pratos antes de colocá-los. Faça as duas coisas e você economizará até 75 litros de água por lavagem, ou 28 mil litros por ano. É a quantidade de água que uma pessoa bebe ao longo de toda a vida. Se tiver que lavar louça manualmente, fecha a torneira enquanto esfrega.

Micro-ondas

Fornos de micro-ondas são entre 3,5 e 4,8 vezes mais eficientes no uso de energia que fornos elétricos tradicionais. Ou seja, se cozinhar algo no micro-ondas custa 10 centavos, custaria 48 centavos no forno tradicional. 

Sacos de lixo

Reaproveite sacolas de papel ou sacos plásticos para forrar suas latas de lixo. Você economizará dinheiro e perderá menos tempo no supermercado. O custo médio de 20 sacos de lixo de cozinha é de R$ 15. Quando uma tonelada de sacos plásticos é reutilizada, a energia equivalente a 11 barris de petróleo é economizada. Quando uma tonelada de sacolas de papel é reutilizada, 17 árvores são salvas.

 

Forno e fogão

Se você assar, grelhar ou cozinhar um prato que ficará no forno por uma hora ou mais, não se preocupe em preaquecer o forno. Mesmo para pães e bolos, jamais preaqueça por mais de dez minutos. Se você reduzir o tempo que seu forno fica ligado, fará uma boa economia. Outra dica é usar panelas com tamanho adequado para a boca do seu fogão.

 

Recicle

Se todos simplesmente separassem o papel, o plástico, o vidro e o alumínio e os jogassem numa lata de reciclagem, reduziríamos em 75% a quantidade de lixo mandada para lixões.

 

Geladeira

Tire a cabeça de dentro da geladeira e feche a porta! A geladeira é o eletrodoméstico que mais consome energia da cozinha, e o ato de abrir a porta representa uma boa parcela da conta de luz anual de uma família.

 

Compostagem

Guarde o resto de frutas, vegetais e pó de café numa lata de compostagem ou num pote. Tente jogá-los no jardim ou criar um centro de compostagem no quintal. Você vai ter um jardim melhor e um solo mais fértil, além de reciclar nutrientes e economizar espaço nos lixões e aterro sanitários.

Desperdício de comida

Quando cozinhar, tente evitar o desperdício usando os ingredientes perecíveis dentro do prazo de validade, medindo com cuidado as quantidades e guardando restos para refeições futuras, em vez de jogá-los fora. Se você conseguir reduzir a quantidade de comida desperdiçada na sua casa em 25g por dia (o pedo de uma fatia de pão de forma), economizará nove quilos de comida por ano – suficiente para 16 refeições. 

Filtros de água

Se você quer ter certeza de estar usando água limpa na sua casa, instale um filtro, em vez de comprar água engarrafada – você fará uma boa economia e ajudará a preservar o meio ambiente. Cerca de 1,5 milhão de toneladas de plástico são usadas no engarrafamento de 89 bilhões de litros de água a cada ano. É plástico suficiente para fazer dois filtros de água para cada lar no planeta. Um bilhão de pessoas ao redor do mundo não têm acesso à água limpa para beber.

Campanha “Xixi no Banho” concorre a prêmio

A campanha Xixi no Banho da ONG SOS Mata Atlântica deu tão certo, que está até concorrendo à 8ª edição do Deutsche Welle Blog Awards – The BOBs, um prêmio internacional de websites em 11 línguas. A campanha é candidata ao prêmio de “Melhor Campanha de Ativismo Social”. Lançada no ano de 2009, a campanha “Xixi no Banho” nasceu com a proposta de mostrar, de forma inusitada, que é possível economizar mais de quatro mil litros de água por ano apenas incentivando que as pessoas façam xixi durante o banho.

 

Empresa recolhe óleo usado

Cerca de 200 milhões de litros de óleo chegam por ano às estações de tratamento de água. Para se ter uma ideia, um litro de óleo é capaz de contaminar um milhão de litros de água. Quando o descarte ocorre na rede de esgotos, parte do óleo adere às paredes, absorve outras substâncias e reduz o diâmetro das tubulações, aumentando a pressão e os vazamentos. Mas já existem, em todo o país, empresas especializadas em reciclar esse óleo. No Rio, a mais atuante é a Disque Óleo, que recebe cerca de sete mil litros de óleo usado por dia. Esse óleo é peneirado, sofre um processo de decantação e é vendido para as indústrias de biodiesel e de sabão, entre outras. É fácil fazer a sua parte, basta ir guardando o óleo usado em garrafas PET. Quanto tiver três garrafas de dois litros cheias ou seis litros de óleo, é só ligar para o Disque Óleo que eles mandam alguém buscar na sua casa. Os telefones são 2260-3326 e 7827-9449. Também existe um posto de recolhimento de óleo de cozinha no Mercadão de Madureira.

 

Selo Procel evita desperdício de energia

Uma forma simples de economizar energia, além de apagar a luz quando for possível, é só usar produtos eletrônicos que tiverem o selo Procel. Uma comparação entre seis aparelhos que tenham o selo Procel contra outros seis que não têm esse selo pode representar uma economia de mais de R$ 800 por ano, sem contar os benefícios para o planeta. As maiores diferenças estão no uso de lâmpadas fluorescentes (R$ 250/ano), geladeira (R$ 141/ano), ar-condicionado (R$ 202/ano) e chuveiro elétrico (R$ 157/ano).

Aqueça menos o motor

Um carro ligado na garagem emite 20 vezes mais poluição do que um que anda a 50 km/h. Portanto, reduza limite o tempo de aquecimento do motor do seu veículo.

Pão de cada dia

Se possível, compre o pão fresco da padaria ao invés de um industrializado. O saco de papel que embala o produto pode ser reciclado, e você pode economizar a energia para congelá-lo ou mantê-lo na geladeira.

Temporada ideal

Viaje nos períodos de baixa temporada. Além de reduzir os custos em até 40% e evitar multidões, a emissão de gás carbônico também diminui, já que há menos engarrafamentos.

No ouvido

Evite usar fones de ouvido sem fio (wireless) conectados ao seu celular, pois gastam muito a bateria. Esse tipo de pilha contém mercúrio, chumbo e zinco que, se descartados de maneira incorreta, polui o ar e a água. Ao jogar a bateria fora, leve-a a um descarte de lixo tóxico.

Decoração do piso

Ao escolher tapetes, dê preferência aos feitos de material reciclado. Assim, economiza-se energia gasta na produção de tapetes de fibra sintética, além de reduzir as emissões tóxicas.

Velhos livros

Compre livros de segunda mão ou frequente bibliotecas. Empreste os que você já tem e doe os que não quer mais. Todos os anos, cerca de três bilhões de livros novos são vendidos, provocando a derrubada de 400 mil árvores.

Almoço menos sujo

Na hora de comer fora, use menos guardanapos. Se você usar um a menos por dia, 150 milhões de unidades serão economizadas.

Pagamento sem papel

Ao invés de usar o cheque para pagar uma compra, use o cartão. Pagamentos eletrônicos poupam US$ 4 bilhões só em custo de papel.

Viagem leve

Quando for viajar de avião, leve menos peso na mala. Cada 4 kg de bagagem por passageiro consomem 1,3 bilhão de litros de combustível a mais por ano. Com esse volume, um avião 747 poderia voar por dez anos, sem parar.

 

A caminho do surfe

Ao procurar as melhores ondas, evite dirigir seu carro nas dunas. Procure caminhos já abertos ou pavimentados para economizar gasolina, proteger habitats costeiros e evitar a erosão do solo.

 

Um dia sem carne

Ficar um dia na semana sem comer carne é o mote da campanha difundida por Paul McCartney, o movimento “Meat Free Monday”. Abrir do bom e velho bife pode ser uma boa contribuição ao meio ambiente, segundo dados da ONU, 18% das emissões de gases de efeito estufa são provenientes da carne. São necessários 3,5 kg de cereais para produzir apenas meio quilo de carne. Tudo isso sem contar com os galões e galões de água que um boi consome.

Atenção ao tempo do banho

Reduzir em cinco minutos do tempo de uso do chuveiro pode levar a economia de 48 litros de água por banho.

Economize energia

Em vídeo, Idec mostra como tornar o consumo de energia elétrica de sua casa mais eficiente

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio20/pequena-mudanca-de-habito-grande-contribuicao-ao-meio-ambiente-4678201#ixzz1uCRF2I3w 
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Sustentabilidade começa em casa – Empresário alemão que mora em Santa Teresa tem aquecimento grátis e aproveita água da chuva

http://oglobo.globo.com/zona-sul/sustentabilidade-comeca-em-casa-4798724

A pouco mais de um mês da conferência Rio+20, que vai discutir o desenvolvimento sustentável, um morador de Santa Teresa dá um um bom exemplo de consciência ambiental. O empresário alemão Hans Rauschmayer, que vive há dez anos no Brasil, montou em sua casa dois sistemas distintos, mas com objetivos comuns: gastar menos energia e economizar água.

No telhado da casa, uma caixa recebe a água que chega pela rede de abastecimento. Canos a levam até placas coletoras pintadas de preto para reter calor. Aquecida, portanto mais leve, a água sobe para um reservatório. A partir daí, é só ligar o chuveiro.

— No inverno, a temperatura da água chega a 45 graus. O reservatório é grande o suficiente para dez banhos diários — conta Rauschmayer, que gastou cerca de R$ 700 na montagem da estrutura.

O outro sistema também começa no telhado. O empresário instalou calhas, que transportam água da chuva para um reservatório no quintal. De lá, ela é distribuída para os sanitários, e também serve para regar o jardim do imóvel.

— Sempre quis ter fontes renováveis de energia. Além disso, gosto de trabalho manual — diz Rauschmayer, que aprendeu a montar as estruturas pela internet.

Para manter, basta limpeza e pintura

Rauschmayer, que atua como consultor na área de energia solar, destaca que os sistemas são viáveis do ponto de vista econômico.

— Em menos de um ano, o investimento é recuperado. O custo de manutenção é baixíssimo, basta limpar as caixas e pintar os coletores de preto a cada dois anos — informa o empresário.

De acordo com Luiz Felipe Guanaes, professor da PUC e diretor do Núcleo Interdisciplinar do Meio Ambiente (Nima) da universidade, mesmo quem não tem domínio da técnica de montagem dos sistemas que garantem sustentabilidade pode ter energia renovável em casa.

— Empresas vêm produzindo equipamentos mais fáceis de montar. Já existem vários modelos disponíveis no mercado e qualquer ação que diminua o uso de eletricidade ou proporcione uma redução de gastos é válida — afirma Guanaes.

Dando um passo além do aquecimento e do reaproveitamento de água, Rauschmayer pretende instalar uma placa para gerar eletricidade a partir da luz solar.

— Vou providenciar uma assim que sair uma regulamentação da agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) — promete.

Mas, segundo Guanaes, a produção deste tipo de energia ainda esbarra numa questão prática: o armazenamento.

— Hoje, é preciso ter uma bateria, que, no descarte, pode se transformar numa bomba ambiental — alerta o especialista.

Na busca de soluções para o armazenamento da chamada energia verde, um grupo de professores da PUC está desenvolvendo um programa que calcula o excedente de eletricidade e o transfere para a rede da Light. Guanaes diz que o projeto piloto deve ser implementado ainda este ano na universidade.

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Open letter of the indigenous peoples of the Raposa Serra do Sol to the Brazilian society

  • via~ Sonia Bone Guajajara
    Open letter of the indigenous peoples of the Raposa Serra do Sol to the Brazilian society:We, the indigenous communities of the Macuxi indigenous Peoples, Taurepang, Patamona, Wapichana, and Ye ‘ kuana Ingarikó, meeting in Fox Serra do Sol indigenous area, located to the northeast of the State of Roraima, Brazil’s far North, we saw before the population of our country to express our contentment with our relatives and invited by the victory of the Demarcation and the joy of living well, according to our culture, political organization and the future economic and physical development of our communities.Nevertheless, we denounce that the decision of the Federal Supreme Court has been descumprida:We are still having trouble with the presence of non-Indians already indemnified and garimpeiros in our lands. Our population suffers abuse by selling alcoholic beverages, primarily in the communities of Barro (Surumu), cold water, Mutum, and seat of the municipality of Uiramutã. We inform about the danger of adopting the PEC 215, which enables Congress to decide on the demarcation of indigenous lands and revise the boundaries of the land already demarcated. In addition, there are new hydroelectric projects in our rivers, which would bring cultural and environmental impact, due to the construction of the dam generated contact by. We consider it a threat to our population and violations of rights guaranteed both in the Federal Constitution of Brazil, as the Charter of ILO-Convention 169 of the International Labour Organisation.Seeing all these issues, discussed and decided to once again raise our banner of struggle in defense of our rights, beginning with the Cachoeira do Tamanduá, with the motto “here does not have a no-brainer for our nature, the fight continues and United we stand!”.Furthermore, we feel that we are still grieving because more than 20 relatives were killed by non-Indians and another ten were shot and nothing has been done: the murderers are still loose and relatives without being able to work to support his family. Therefore, we ask that the authorities take the reasonable steps and solve these problems.We do not guarantee review of Fox Serra do Sol indigenous area; the construction of the hydroelectric plant on the River not Cotingo; and the immediate stoppage of mining activities. We want justice! With the punishment of the guilty by the environmental damage of cultivated, lakes, rivers and animals; the punishment of crimes, threats and murders of our relatives Aldo da Silva Mota and others; the punishment for the attack of the ten brothers; the punishment for other crimes such as destruction and burning of houses and the Indigenous Centre of training and culture Fox Serra do Sol, in community Surumu-Clay.Finally, we demand that no legislation that affects our rights is even discussed, without the prior approval of the status of indigenous peoples.We reaffirm our fight for the fulfillment of the rights governed by the Constitution, and certain that we can count on everyone, we ask for your cooperation to solve the problems here discussed.Sign Below.The community of Anteater, April 29, 2012.