Amerikhan Multi…

VIA Amerikhan Multidimensional

Estes são os tempos pelos quais vocês estiveram esperando.
Há um despertar revolucionário ocorrendo.
Isto pode lembrá-los de algumas décadas anteriores,
como os anos 60, mas aqueles anos foram dóceis em comparação.
Há um espírito revolucionário que naturalmente vem para corrigir os desequilíbrios e opressões.

Isto surge nos corações e mentes das pessoas que começam a questionar o estado atual.
Isto ocorreu inúmeras vezes ao longo da história da humanidade.
Em nenhum momento anterior, entretanto, a humanidade,
como um todo, teve o potencial de transformar radicalmente a experiência humana na Terra.

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VIA Heitor Kar…

Estes são os meus pequenos irmãozinhos que vivem ameaçados de morte pelos pistoleiros, jagunços pagos por Fazendeiros da Máfia Ruralista que é chefiada pelo Governo do Mato Grosso do Sul! No dia 10 p.p. esses malditos pistoleiros invadiram o Tekohá Arroio Korá, na cidade de Paranhos e mataram 2 líderes Guarani Kaiowá e sumiram com os corpos como no caso do Nísio em Guayvyri. Na ocasião um bebê morreu de susto e os canalhas dizem que ela foi pisoteada! Isso jamais aconteceria porque uma mão jamais abandona seus filhos! Os responsáveis por esse Genocídio é o Governo Federal e a Justiça que não demarca as terras já homologadas! Justamente por um pedido do chefe da Máfia Ruralista que é do mesmo partido do Vice Presidente da República. Uma Vergonha para os Brasileiros!

VIA Amerikhan …

Neste caso o ser humano, age tal qual os seres regressivos alfa draconianos e reptilianos que passam de planeta em planeta como gafanhotos exaurindo todos os recursos naturais e daí passam para outro planeta e o roubo recomeça. Na Terra, desmatamos a Amazônia e já a estamos vendendo em lotes para estrangeiros. Petroleiros derramam óleo aos montes no mar . Existe o chamado Aquífero Guarani que compreende grande área de Mato Grosso do Sul , Paraná e Santa Catarina no Brasil e também grandes áreas do Paraguay e norte da Argentina, constituindo o maior reservatório de água potável do mundo. Pois este local já está sendo sondado por países desenvolvidos que já estão comprando certas áreas e até estabelecendo complexos militares por lá. A exploração é tão grande no mundo seja de minerais, de animais silvestres e porque não também incluir a exploração sexual, que a chamada Mãe Gaia já não consegue mais respirar com naturalidade e para se reequilibrar faz o que pode, provoca catástrofes diversas, como tornados, terremotos, inundações, erosão, chuvas ácidas, etc.

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VIA Comissão …

Quilombolas do Pará discutem a regulamentação da Consulta Livre, Prévia e Informada.

Inicia amanhã em Belém (7 de agosto), o encontro “Os Quilombolas e os Desafios da Regulamentação da Consulta Prévia” numa promoção conjunta da Comissão Pró-Índio de São Paulo e da Malungu – Coordenação Estadual das Associações das Comunidades Remanescentes de Quilombos do Pará com o apoio de ASW, ICCO e Christian Aid.

Trinta lideranças quilombolas de diversas regiões do Pará participarão da oficina. Segundo a Malungu, no Pará encontram-se mais de 400 comunidades quilombolas. É o estado que conta com o maior número de comunidades quilombolas com terras tituladas no Brasil: são 120 comunidades, o que representa 47% do total.

Situadas numa região muito rica em recursos naturais, as comunidades quilombolas da Amazônia sofrem diversas pressões como empreendimentos hidrelétricos ou de extração de minérios. Todas estas intervenções demandam consultas prévias das comunidades afetadas. No entanto, o que se observa é que o direito a consulta prévia não vem sendo respeitado. Isso é o que ocorre nesse momento, por exemplo, com as comunidades quilombolas do município paraense de Oriximiná que estarão presentes no encontro. O governo federal outorgou concessões de lavra de bauxita para a Mineração Rio do Norte que incidem em dois territórios quilombolas, onde vivem 12 comunidades. Esse ano, a empresa iniciou os trabalhos de preparação para a extração mineral a partir de 2018 sem que fosse realizada consulta ou mesmo uma comunicação oficial aos quilombolas.

Esse e outros casos serão discutidos na oficina no contexto da reflexão sobre os procedimentos mais adequados para as consultas. Também serão analisadas as legislações que regulamentam a consulta em países como o Peru, Chile e Bolívia e avaliados os riscos envolvidos na regulamentação dos procedimentos para a consulta.

A programação da oficina vai até o próximo dia 9, quando ocorrerá a Roda de Diálogo com a participação de representantes da Secretaria Geral da Presidência da República e Ministério das Relações Exteriores – que coordenam o processo de regulamentação da consulta-, do Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará (IDESP) – um dos órgãos que integra a Comissão Estadual de Políticas para Comunidades Remanescentes de Quilombos do Pará -, do Ministério Público Estadual e Ministério Público Federal.

Espera-se que o debate em torno da regulamentação fortaleça as comunidades indígenas e quilombolas para cobrar do Estado Brasileiro o cumprimento do direito a consulta livre, prévia e informada.

Acompanhe o encontro pelo Facebook da Comissão Pró-Índio

Quilombolas do Pará discutem a regulamentação da Consulta Livre, Prévia e Informada.</p>
<p>Inicia amanhã em Belém (7 de agosto), o encontro "Os Quilombolas e os Desafios da Regulamentação da Consulta Prévia” numa promoção conjunta da Comissão Pró-Índio de São Paulo e da Malungu - Coordenação Estadual das Associações das Comunidades Remanescentes de Quilombos do Pará com o apoio de ASW, ICCO e Christian Aid.</p>
<p>Trinta lideranças quilombolas de diversas regiões do Pará participarão da oficina.  Segundo a Malungu, no Pará encontram-se mais de 400 comunidades quilombolas. É o estado que conta com o maior número de comunidades quilombolas com terras tituladas no Brasil: são 120 comunidades, o que representa 47% do total.</p>
<p>Situadas numa região muito rica em recursos naturais, as comunidades quilombolas da Amazônia sofrem diversas pressões como empreendimentos hidrelétricos ou de extração de minérios. Todas estas intervenções demandam consultas prévias das comunidades afetadas. No entanto, o que se observa é que o direito a consulta prévia não vem sendo respeitado.  Isso é o que ocorre nesse momento, por exemplo, com as comunidades quilombolas do município paraense de Oriximiná que estarão presentes no encontro. O governo federal outorgou concessões de lavra de bauxita para a Mineração Rio do Norte que incidem em dois territórios quilombolas, onde vivem 12 comunidades. Esse ano, a empresa iniciou os trabalhos de preparação para a extração mineral a partir de 2018 sem que fosse realizada consulta ou mesmo uma comunicação oficial aos quilombolas.</p>
<p>Esse e outros casos serão discutidos na oficina no contexto da reflexão sobre os procedimentos mais adequados para as consultas. Também serão analisadas as legislações que regulamentam a consulta em países como o Peru, Chile e Bolívia e avaliados os riscos envolvidos na regulamentação dos procedimentos para a consulta.</p>
<p>A programação da oficina vai até o próximo dia 9, quando ocorrerá a Roda de Diálogo com a participação de representantes da Secretaria Geral da Presidência da República e Ministério das Relações Exteriores - que coordenam o processo de regulamentação da consulta-, do Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará (IDESP) - um dos órgãos que integra a Comissão Estadual de Políticas para Comunidades Remanescentes de Quilombos do Pará -, do Ministério Público Estadual e Ministério Público Federal.</p>
<p>Espera-se que o debate em torno da regulamentação fortaleça as comunidades indígenas e quilombolas para cobrar do Estado Brasileiro o cumprimento do direito a consulta livre, prévia e informada.</p>
<p>Acompanhe o encontro pelo Facebook da Comissão Pró-Índio