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CAMPANHA SOLIDÁRIA AO POVO GUARANI-KAIOWÁ
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O Comitê Internacional de Solidariedade ao Povo Guarani-Kaiowá está fazendo CAMPANHA DE ARRECADAÇÃO de alimentos e contribuição em dinheiro para a população Guarani e Kaiowá que estão em acampamentos no Mato Grosso do Sul e sitiados por pistoleiros (milicia) contratados pelos fazendeiros.

Nesta semana (10 a 1

4 de setembro), montamos uma banca de venda de alimentos, livros, filmes no prédio da Geografia e História da USP, na cidade universitária, aqui em São Paulo.PRECISAMOS COM URGÊNCIA DE DOAÇÕES DE:
– Bolos
– Tortas
– Salgados
– Pó-de-café
– outras comidas para serem vendidas aqui
– Livros
– Filmes
– CDs / DVDs
– Outros materiais para serem vendidos aqui

Todo o recurso arrecadado será revertido para a população Guarani-Kaiowá acampada no MS e sitiada pelos fazendeiros.

O momento é crítico e sua ajuda faz MUITA diferença agora!!

Mais informações pelos telefones: 3091-3758 ou 9341-4923.

pelo e-mail: solidariedadeguaranikaiowa@gmail.com

ou pelo site: http://solidariedadeguaranikaiowa.wordpress.com/campanha-solidaria/

 

Via Heitor Kar…

19 hours ago 

 
Denunciada matança de 80 índios Yanomami no sul da Venezuela
Segundo o ativista, com um helicóptero os mineiros “de repente se posicionaram em cima do shabono e soaram disparos e ocorreram explosões por toda a comunidade”

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©AFP / Pool

Crianças Yanomami se reúnem na aldeia em Roraima: O conflito se originou dias antes, quando os mineiros “levaram uma mulher (Yanomami) e os indígenas a resgataram”
Caracas – Uma organização que reúne indígenas Yanomami denunciou a matança em julho de cerca de 80 membros desta etnia pelas mãos de mineiros ilegais brasileiros em uma zona florestal do sul da Venezuela, informou à AFP seu secretário-executivo, Luis Ahiwei.
“No dia 5 de julho, os garimpeiros queimaram o shabono (cabana) onde aproximadamente 80 pessoas moravam”, contou Ahiwei, da Horonami Organización Yanomami (HOY), destacando que os corpos ficaram carbonizados e não foram identificados.
Segundo o ativista, com um helicóptero os mineiros “de repente se posicionaram em cima do shabono e soaram disparos e ocorreram explosões por toda a comunidade” Irotatheri, localizada no afastado setor Momoi do estado Amazonas (sul), fronteiriço com o Brasil.
A comunidade “foi massacrada”, afirmou.
O conflito se originou dias antes, quando os mineiros “levaram uma mulher (Yanomami) e os indígenas a resgataram. Por isso os mineiros se armaram”, afirmou Ahiwei.
A HOY, que reúne desde 2011 uma centena de comunidades Yanomami, denunciou o suposto ataque contra a Procuradoria, a Defensoria do Povo e o Exército, e solicitou aos governos de Brasil e Venezuela a criação de uma comissão binacional para investigar os fatos e expulsar os mineiros.
As organizações indígenas do estado Amazonas (COIAM) lamentaram a situação e afirmaram que desde 2009 denunciaram agressões de garimpeiros contra as comunidades Yanomami, que teriam sido vítimas de violência física, ameaças, sequestro de mulheres e contaminação de água com mercúrio, segundo um comunicado.
Grupos de garimpeiros se proliferam nas minas artesanais de ouro e diamantes localizadas em regiões recônditos do sul da Venezuela.

VIA Heitor Kar…

VIA Heitor Karai Awá-Ruvixá Gonçalves

Homologação contestada

No dia 21 de dezembro de 2009, o presidente Luís Inácio Lula da Silva homologou os sete mil hectares da Terra Indígena Arroio Korá. Desrespeitando o recesso do STF, o ministro Gilmar Mendes, oito dias depois do ato de homologação, embargou 184 hectares da área a pedido dos fazendeiros.

“O que perguntamos é: por que o processo ainda está parado e qual a razão da Funai não retirar os invasores de todo o resto da terra que não foi embargada? A guerra que nos declaramos é contra essa morosidade. Não vamos aceitar mais tanta demora em devolver nossas terras”, disse Eliseu Guarani Kaiowá.

Por Combate Ra…

Por Combate Racismo Ambiental 
Assassino de Dorothy Stang será solto por decisão de Ministro do STF

Decisão sobre mandante da morte de missionária mostra que o STF se especializou em libertar facínoras com base em chicanas jurídicas. Foto: Agência Brasil
Leandro Fortes, CartaCapital

Graças a um habeas corpus concedido pelo ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal, o assassino da missionária americana Dorothy Mae Stang deverá estar, ainda hoje, solto nas ruas.

Regivaldo Pereira Galvão, conhecido pela meiga alcunha de “Taradão”, estava preso desde 6 de setembro de 2011 no Centro de Recuperação de Altamira (PA), condenado a 30 anos de prisão.

Segundo o ministro Marco Aurélio, o Tribunal do Júri do Pará concluiu pela culpa de “Taradão” antes de se esgotarem as possibilidades de recursos da defesa contra a condenação.

Isso é uma terrível piada de mau gosto. É uma afronta direta à Justiça e à dignidade do cidadão.

O STF está se especializando em libertar facínoras com base em chicanas jurídicas. É o efeito Gilmar Mendes, ministro que ganhou fama pelos dois HCs ultrassônicos para o banqueiro Daniel Dantas e um extra para outro taradão, o médico Roger Abdelmassih, condenado a 278 anos de cadeia por ter estuprado 37 mulheres. Dantas está solto. Abdelmassih, foragido.

Marco Aurélio já havia sido reconhecido por feito semelhante, ao libertar o ex-banqueiro Salvatore Cacciola, que ficou sete anos foragido, até ser preso em Mônaco, em 2007.

Dorothy Stang foi assassinada com seis tiros, um na cabeça e cinco ao redor do corpo, aos 73 anos de idade, no dia 12 de fevereiro de 2005.

A libertação do mandante do assassino, sob qualquer desculpa, envergonha a nação e nos deixa ainda mais descrente sobre a lisura dos ministros do STF, estes mesmos que por ora se exibem, em cadeia nacional, na pantomima que se transformou esse tal julgamento do “mensalão”.
http://www.cartacapital.com.br/sociedade/assassino-a-solta/#.UDUIv87zMVY.gmail

Enviada por José Carlos para Combate ao Racismo Ambiental.
http://racismoambiental.net.br/2012/08/assassino-a-solta/#more-65279