Making Blade Runner

Dangerous Days: Making Blade Runner, documentary directed and produced by Charles de Lauzirika for the 2007 Final Cut version of the film.
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“A astrologia é tão complexa como a própria vida.” (Stephen Arroyo)

“A astrologia é tão complexa como a própria vida. Eis a razão pela qual ninguém pode fazer a declaração definitiva dos seus significados. É impossível explicá-la, classificar todos os seus fatores e significados, ou torná-la acessível, de modo simples, às mentes preguiçosas, pois ela reflete a vida de forma muito estreita. Ela é parte da própria vida; não é tão somente um produto mental ou uma elaboração intelectual estéril. Como a astrologia não pode ser separada da própria vida, é difícil entendê-la. Nenhum livro poderia resumir a astrologia de uma vez por todas. Ela muda como muda a vida.. (Poder-se-ia dizer também que ela muda como muda a sociedade. Cada sociedade dá origem ao seu próprio tipo de astrologia.) Como a astrologia é a vida, e como descreve as energias em transformação, energias vivas que vitalizam a criação, todas as tentativas e conclamações no sentido de classificar de forma rígida os fatores comumente usados em astrologia são invariavelmente ilimitadas e fadadas ao fracasso na maioria das aplicações.”
(extraído de Astrologia, prática e profissão, de Stephen Arroyo – Ed. Pensamento)

Ike: Countdown to D-Day, (Direção: Robert Harmon)…

…esclareceu muito sobre um personagem de um período fascinante da história. Alguns erros de pesquisa histórica não tiram a intensidade do filme. O general Dwight David Eisenhower, além da pressão hercúlea de ser o comandante supremo da invasão da Normandia, decisiva para o fim da 2a. Grande Guerra, teve que lidar com a megalomania de Patton, mantendo-o sob controle e à distância, no comando de um exército fictício, e com o cinismo irresponsável de um antigo colega, Henry Miller, também general. Viu-se obrigado a mandar de volta para casa aquele que fora seu colega de quarto em West Point. Não sem antes pedir ao General Walter “Besouro” Smith: “Tente fazê-lo voltar como major, pelo menos.” Ele teria que voltar para casa como coronel, rebaixado de posto.
Voltar como sargento seria mais do que ele merecia, depois de se embebedar e bradar, num restaurante entupido de oficiais, sobre a invasão, semanas antes da operação.
O Dia D teve menos baixas aliadas porque o mau tempo deu uma pequena trégua, de apenas algumas horas. Embora tenha previsto que o desembarque aliado ocorreria no litoral noroeste francês, Rommel foi enganado pelo mau tempo e, confiante com a possibilidade do adiamento da invasão, adiou o envio de várias tropas alemãs e voltou para casa, para a festa de aniversário da esposa.
Fica clara a confiança e lealdade incondicional de Churchill à Eisenhower: “Se tudo falhar, nós cairemos juntos!” Em meio a milhares de charutos, a força jupiteriana em ação, forjando a filosofia e o ideal.
Tudo isso, além das pérolas impagáveis de Churchill. No encontro entre os três grandes, Eisenhower, DeGaulle e Churchill, o último, ao se deparar com a frieza e arrogância do general francês, dispara: “Se os franceses deixassem a arrogância de lado, poderiam controlar o tempo para nós, e as marés!”
Tom Selleck, como Eisenhower, apagou para sempre a imagem de “Magnum P.I.”. Contido, sorumbático, brilhante.

“Não há glória verdadeira numa guerra.”

(Eisenhower, escrevendo para a esposa depois de saber os números aproximados das baixas aliadas)

Ike, countdown to D-Day

Flagrantes da vida real

“Hmmmm, snow falling slowly, that little Kreuzberg café back in Berlin 1989, the wall had just fallen down and that haunting song in the grey early morning of a new world…”
(comentário no YouTube)
A música?
http://grooveshark.com/#!/search/song?q=Tears+for+Fears+Woman+In+Chains