Ai, você em FUNCHAL, no dia e hora de seu RENASCIMENTO, a bandinha no coreto adorável, à beira-mar, você pensa: “Nossa, agora vai rolar aquele FADO DE FUNCHAL e tudo ficará inesquecível.” E a banda manda essa. Impossível não lembrar de você, Andrea Boegli e Selminha KKKKK MEMORIES…
“Temos que plantar mato.” (Antonio Carlos Jobim)
“Temos que plantar mato.” (Antonio Carlos Jobim)
TRADUÇÃO DE ANNA CAPOVILLA
Gilles Lapouge – O Estado de S.Paulo
PARIS – “Nossa casa está queimando, e nós simplesmente olhamos para o outro lado”, alertou, preocupado, o então presidente francês, Jacques Chirac, em 2002. E qual é a situação hoje, dez anos mais tarde? A casa continua queimando. A estrutura pega fogo, e o que é que nós fazemos? Olhamos para o outro lado.
O planeta vive (e morre) ao ritmo de furores atmosféricos, tsunamis, furacões, inundações, secas e tempestades. Somente no continente americano, 30 mil pessoas já morreram por causa dessa desordem da natureza e US$ 1 trilhão simplesmente viraram fumaça. Em 30 anos, na América, as catástrofes climáticas se multiplicaram por cinco.
O relatório que acaba de ser apresentado em Estocolmo, pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), acrescenta a essas informações jornalísticas as certezas da ciência. A leitura dessas 20 páginas (que é o resumo de um texto gigantesco) dá vontade de dormir um pouco, enquanto esperamos o fim do mundo. Em vez de reduzir o seu ritmo, a corrida para a catástrofe acelerou.
Na reunião de cúpula anterior, os políticos acusaram o IPCC de dizer besteiras. Na realidade, o que ocorre é exatamente o contrário: em 2007, o IPCC, alarmado com o que descobria, amenizou suas conclusões. Ele dissera que o azul do céu poderia tornar-se cinza, mas, na verdade, o céu já estava negro.
Até o fim do século, as temperaturas aumentarão entre 0,3ºC e 4,8ºC. Então, as geleiras do Polo terão desaparecido. A neve se tornará mais rara. O nível do mar poderá subir 82 centímetros até 2100 (grande parte das maiores cidades do mundo foi construída no nível do mar). Acontecimentos extremos se tornarão correntes. Nas zonas úmidas choverá mais. Nas zonas secas, menos.
Limitemo-nos a observar que quem deu os primeiros alarmes, no século passado, diante da insensatez das civilizações, foram os pacifistas engajados na luta contra o perigo nuclear, paralelamente ao combate que os Verdes travavam em favor da ecologia.
Hoje, é como se tivéssemos voltado ao ponto de partida. Segundo o relatório do IPCC, na verdade, foi a ação do homem, seu gênio, sua ciência, sua indústria, que acabaram criando uma situação comparável a uma guerra nuclear em escala planetária.
Como explicar que, diante do incêndio, as sociedades se obstinem a desviar seu olhar? E, no entanto, o perigo é enorme, incomensurável. É verdade que, de longe em longe, soa um gongo: um tsunami, uma canícula, como um veneno sutil, invade aos poucos um organismo antes de infligir-lhe o golpe de misericórdia.
E há outra razão. A política não caminha ao lado da ecologia. Os países industrializados não estão minimamente dispostos a acalmar a fúria de suas fábricas. Os jovens e poderosos países emergentes hesitam em quebrar suas indústrias nascentes e deixam que os países mais antigos prossigam sua obra de poluição.
Talvez seja preciso acrescentar que as civilizações não pensam em seu futuro. Luís XV, quando seu reino caminhava para o colapso, teria dito: “Depois de mim, o dilúvio”. Alguns anos depois de sua morte, em 1789, eclodiu a Revolução Francesa (como algumas frases históricas, é possível que essa tenha sido inventada pelos inimigos de Luís XV).
Acaso as mentalidades mudaram? Na próxima reunião de cúpula do clima (que se realizará na França, em 2015), saberemos se esses países estão preparados para enfrentar o mal. Talvez. Nos Estados Unidos, e mesmo na China, as autoridades dão o sinal de alarme. E as jovens gerações parecem mais preocupadas com o mundo que deixarão a seus filhos do que os industriais do século passado.
Os ecologistas contribuíram para despertar as consciências. Entretanto, ao mesmo tempo, eles não souberam inscrever sua ação no jogo político. Talvez eu esteja sendo influenciado pelo comportamento deplorável dos “ecologistas franceses”, que perderam a alma e frequentemente a consciência, em troca de alguns miseráveis cargos ministeriais.
Enquanto isso, o CO2 continua perpetrando seus crimes. Um deles é inédito: o aumento da temperatura dos rios e dos braços de mar, cuja água é utilizada para resfriar as centrais nucleares construídas em suas proximidades, preocupa os governantes. Em maio, nos EUA, a Central de Millstone teve de desligar seus dois reatores porque as águas haviam atingido a temperatura de 26,6ºC. Na França, em várias ocasiões, no ano passado, alguns reatores tiveram de parar momentaneamente porque a água de resfriamento estava demasiado quente. É bizarra a ironia das coisas: o clima parece montar a guarda em torno das centrais nucleares para evitar incidentes.”
http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,corrida-para-a-catastrofe-,1080573,0.htm
CRIANDO A REALIDADE – O METRO QUE O RIO MERECE
CONHECENDO UM POUCO MAIS DO POVO PURI
CONHECENDO UM POUCO MAIS DO POVO PURI

Alimentação
Plantavam, em pequena escala, “fava mangalês”, batata-doce, banana e milho. Utilizavam também em sua alimentação, cará branco, mandioca e abóbora que comiam crus ou cozidos.Apreciavam o araçá, ananás, abacaxi, goiaba, mamão e coco de vários tipos, sendo a banana, considerada por eles, fruta nobre. Para eles, o mel representava saboroso alimento.Usavam uma cuia, feita de certos frutos silvestres secos, como a cuité, a cabaça e postados de cócoras, faziam suas refeições.
Caça e Pesca
Da caça e da pesca dependia quase que totalmente sua sobrevivência.
Como técnica de pescaria utilizavam o cipó chamado “Timbó” que, eles embebedava o peixe.
Usavam um tipo de balaio com tampa e dispositivo para desarmar quando o peixe entrava em seu interior.
Possuíam um método incomum de pescar, que consistia em amarrar algumas minhocas na ponta de uma linha (trazidas pelos aventureiros) e joga-las dentro d’água. Ao sentirem que o peixe engoliu a isca, puxavam a linha de repente e, com ela, vinha o peixe.
A caça também era abundante, nessas paragens como: anta, capivara, paca e outros animais silvestres, sem contar com a grande variedade de aves; muitas vezes, nem as levava ao fogo, comendo-as cruas.
Era crença entre eles que o caçador que abatesse um animal por flechamento não deveria provar de sua carne “para não perder a pontaria”.
Dança
A dança era um dos divertimentos favoritos dos Puris e a eles era reputada a fama de grandes dançarinos. Suas danças eram acompanhadas de cantigas que produziam um “alarido infernal”, executadas por um grupo de cinco índios; o ritmo variava segundo a finalidade. As danças religiosas eram realizadas em louvor ao “Sol” e aos “Astros”, de preferência as “Estrelas”.
Casamento
Logo que apareciam nos jovens os primeiros indícios de puberdade, seus pais procuravam tomar as providências para o seu casamento, porém estes não eram arranjados por eles e sim, casavam-se por afeição, levando em conta a inclinação amorosa..
Nascimento
Não existiam parteiras nas aldeias, as mulheres grávidas ao pressentirem o nascimento próximo, dirigiam-se para o interior da floresta e lá, forrando o chão com folhas, davam à luz, inclusive seccionando o cordão umbilical e resolvendo por si todas as complicações que pudesse advir. Fatais eram os casos de bacias estreitas e hemorragias.
Armas
A flecha e o bodoque eram armas muito simples, porém usados com perícia tornavam-se perigosíssimas.
fontesobreos purisnestapaginahttp://blog-do-netuno.blogspot.com.br/2011/04/vida-morte-e-ressurgimento-dos-indios.html
Cruz planetária com Marte em Caranguejo via Hector Othon
hoje, cruz planetária com Marte em Caranguejo na cola
A lua em Libra está formando uma cruz planetária com Júpiter em Caranguejo, Plutão em Capricórnio, Urano em Áries nas outras pontas, observe na figura. Marte em Caranguejo se aproxima da conjunção com Júpiter, da oposição com Plutão e da quadratura com Urano:… caliente, ritmo caliente, quente, hot…
Esta configuração pode precipitar de forma perturbada aquilo que esta sendo vivido por cada um de nós, e também no âmbito social…
Fique ligado para não entrar na interpretação negativa e paranoica de seus desafios e cuidado também para não potencializar seu lado vítima… a atitude inteligente, primeiro que tudo é aceitar e não resistir. Liberar as resistências em aceitar seja lá o que for que esteja vivendo:
exemplo:
– teve uma perda? aceite-a… não fique querendo o que já foi…
– foi denunciado algo em vc… pare de se justificar, explicar, querer que os outros vejam outra coisa… aprenda, retifique, aprimore e siga em frente…
Nestes dias, nada melhor que encarar a verdade, ainda que seja difícil,.. as mentiras serão descobertas… na intensidade da força da emoção e da telepatia vigente poderá ser fatal…
O momento é claro no convite a nos tratarmos melhor, conscientizarmos nossas necessidades e vontades e buscarmos jeitos inteligentes, generosos, amorosos das satisfazer…
Pode ser que o desencontro de interesses gere conflitos, guerra… ainda que seja difícil se esforce em entender o ponto de vista do outro… só assim conseguirá dialogar em busca de entendimento e conciliação de diferenças
o momento é de virada… pode ser acompanhado de violência… atenção…
hora de afinação, humildade na proteção e satisfação do balanço gozoso da kundalini
risadas
para não chorar
e se for chorar que seja através do canto com encanto…
nada de ruim em chorar… o perigo está no choro no papel de vítima, porque este inunda e apaga os corações
seja o mais carinhoso que possa consigo mesmo, com as pessoas próximas e com tudo…
te amo
Hector Othon
Gentileza de Raul Vaccaro
Explosion
Today, global cross with Mars in Cancer behind.
The moon is in Libra forming a cross planetary Jupiter in Cancer, Pluto in Capricorn, Uranus in Aries in other tips, note in image. Mars in Cancer nears conjunct Jupiter opposition Pluto and square Uranus: … caliente, caliente pace, hot, hot …
This setting may precipitate so upsetting what is being experienced by each of us, and in the social …
Stay tuned to not enter the negative interpretation of their challenges and paranoid and careful also not to boost his side victim … intelligent attitude, first of all is to accept and not resist. Releasing the resistance to accept whatever it is that is living:
example:
– Had a loss? accept it … not wanting to be what has been …
– Was denounced something … stop to justify, explain, want others to see something else … learn, rectify, improve and move on …
These days, nothing better to face the truth, even if it is difficult .. lies will be discovered … the intensity of the force of emotion and telepathy guidelines may be fatal …
The point is clear in the invitation to treat us better, become aware our needs and desires and seek ways smart, generous, loving the meet …
It may be that the mismatch manages conflicts of interest, war … although it is difficult to strive to understand the other’s point of view … only then be able to engage in the search for understanding and reconciling differences
the time is turning … may be accompanied by violence … attention …
time tuning, humility and satisfaction in protecting the balance joyful kundalini
laughter
not to cry
and if they cry through singing with charm …
nothing bad to cry … the danger is crying in the role of victim, because this fills the hearts and deletes
is the most loving to yourself, with people coming and all …

