Cultura do estupro: sociedade incentiva violência contra a mulher – PRAGMATISMO POLÍTICO

Cultura do estupro: sociedade incentiva violência contra a mulher

Postado em: 26 abr 2013 às 10:36

Sobre a cultura do estupro: expressão indica que a sociedade não só tolera como incentiva a violência contra mulheres por meio da violência sexual, mas vai além. É um processo para constranger pessoas a se adequarem a papéis de gênero

Por Cynthia Semíramis, Revista Forum

Uma expressão que vem se tornando bastante frequente quando se fala em violência contra mulheres é que vivemos em uma “cultura do estupro”, na qual a sociedade incentiva a violência sexual contra mulheres. Porém, essa visão é bastante restrita para os dias atuais, embora fosse perfeitamente compreensível na época de sua criação, que ocorreu nos grupos de sensibilização das décadas de 1960 e 1970.

Esses grupos não tinham uma pauta fixa, mas variável, improvisada à medida que as demandas surgiam. Como se tratava de uma época de mudança de mentalidade, eram bastante comuns discussões sobre questões sociais. O intercâmbio de informações entre os grupos gerou mobilização suficiente para pressionar por direitos civis, incluindo mudanças legislativas e políticas públicas para mulheres.

Nesse período, os grupos eram exclusivamente masculinos ou femininos e problematizavam principalmente as relações heterossexuais. As mulheres discutiam como lidar com uma sociedade que reprimia sua sexualidade e negava direitos. Os homens discutiam como os estereótipos acerca da masculinidade (como a pressão para ser sempre autoritário, não chorar, e tratar mulheres como subordinadas) limitavam suas vidas e dificultavam o relacionamento com as mulheres.

No início da década de 1970, nos Estados Unidos, o estupro era considerado uma doença, uma anomalia, uma “necessidade” masculina, uma mentira ou culpa da vítima. Esses conceitos foram questionados à medida que os comentários das pessoas nos grupos de sensibilização apresentavam visões completamente diferentes sobre o tema.

Estupro como relação de poder

O grupo New York Radical Feminists destacou-se nessa área, produzindo palestras e conteúdo que inspiraram cineastas e escritoras. Dentre os trabalhos produzidos merecem destaque o documentário Rape Culture (Cultura do estupro), de Margaret Lazarus e Renner Wunderlich, e o livro de Susan Brownmiller Against Our Will: Men, Women and Rape (Contra a nossa vontade: homens, mulheres e estupro), ambos de 1975.

cultura estupro violência mulher

Ilustração de Luciano Tasso

O documentário foi importante porque apresentou diversos pontos de vista em relação ao estupro, dando voz às vítimas, estupradores e pessoas que trabalhavam em centros de atendimento às vítimas. Também fez uma análise da abordagem midiática em casos de estupro, concluindo que a cultura da época endossava a violência sexual contra mulheres.

O livro de Susan Brownmiller apresenta um histórico detalhado sobre o estupro. São expostas inclusive questões raciais (a origem da mentira de que homens negros seriam “naturalmente” estupradores) e observações sexistas em livros jurídicos (um autor sugeria desprezar denúncias de estupro porque as mulheres “têm tendência a mentir”).

Brownmiller concluiu que o estupro não é um crime relacionado a sexo ou desejo sexual. O estupro se refere a uma relação de poder: trata-se de um processo de intimidação pelo qual todos os homens mantêm todas as mulheres em um estado de medo permanente.

A violência doméstica se enquadra nesse raciocínio, pois mulheres são tratadas como propriedade masculina e essa relação se manifesta por meio do espancamento e do estupro marital. Estupros em casos de escravidão e de guerra (inclusive religiosa) também se encaixam nessa teoria, pois são uma forma de subjugar por meio da violência sexual. E o conceito de feminicídio (homicídio de mulheres que não obedecem aos cânones sociais) claramente deriva dessa observação de que a cultura legitima a violência contra mulheres.

Em todos esses exemplos fica nítida a relação de poder: as mulheres não têm vontade própria, sendo consideradas propriedade dos homens. E a respeitabilidade masculina só é obtida na medida em que a mulher pode ser coagida a seguir as regras sociais e obedecer ao pai ou marido. A coação é feita criticando as mulheres que não aceitam se submeterem a essas regras e culpando as vítimas de crimes sexuais. Com medo de serem hostilizadas e violentadas, acabam se submetendo à autoridade masculina para evitar mais violência.

Cultura do estupro para manter papéis de gênero

Atualmente, a compreensão é de que não se deve opor homens a mulheres, como fez Brownmiller, pois o problema está na estrutura social antiquada que determina papéis de gênero fixos: homens deveriam agir de determinada forma; mulheres, consideradas inferiores a eles, deveriam agir de forma diferente para evidenciar essa inferiorização e deveriam se subordinar aos homens. Às pessoas caberia simplesmente acatar e se enquadrar nos papéis predeterminados.

Nessa estrutura, a forma utilizada para constranger mulheres a se submeter aos homens está no controle do corpo e de sua sexualidade: deveriam ser virgens ou sexualmente recatadas, não deveriam usar determinadas roupas ou frequentar certos locais. E a punição para as que não aceitassem era a legitimação da violência por meio de hostilidade e, em casos extremos, estupro e morte. Ou seja, a cultura do estupro é o processo de constrangimento social que garante a manutenção dos papéis de gênero. Não é uma ação individual (como se todo homem odiasse mulheres), mas uma convenção social que mantém determinados papéis e estruturas sociais.

Esse constrangimento social não é direcionado somente às mulheres, mas a toda pessoa que não se enquadre no modelo. Os homens heterossexuais perceberam isso nos grupos de sensibilização dos anos 1960, quando questionavam os estereótipos acerca da masculinidade e eram hostilizados por não serem “masculinos o suficiente” para a cultura da época. Em tempos recentes, homossexuais também perceberam que desde a infância foram moldados para agir de acordo com papéis de gênero que desprezam sua liberdade, forçando-os a uma heterossexualidade compulsória. Quando não se adequam são ridicularizados, estuprados e agredidos até a morte. Mulheres lésbicas enfrentam os mesmos problemas, agravados pela ameaça de estupro corretivo para que a violência sexual as “transforme em heterossexuais”. Ao contrário do que parecia na década de 1970, a cultura do estupro não é uma questão apenas de violência contra mulheres heterossexuais.

Generalizações inadequadas

A cultura do estupro é bastante criticada por generalizar, transformando todos os homens em estupradores e todas as mulheres em vítimas passivas. Esse tipo de generalização é inadequado e não beneficia a ninguém. Ele perpetua a história da Chapeuzinho Vermelho que deve se precaver contra todos os homens, como se cada um deles fosse o Lobo Mau à espreita para seduzi-la e destruir sua reputação, forçando-a ao isolamento social.

Outro problema de tratar a mulher sempre como vítima é hostilizá-la quando ela recusa este papel, desprezando sua autonomia para decidir o melhor jeito de lidar com a violência que sofreu.

Há alguns anos o caso de Natascha Kampsuch gerou comoção por duas vezes. Primeiro, quando se descobriu que ela foi retirada à força de sua família, estuprada e mantida em cárcere privado dos 10 aos 19 anos. Quando conseguiu fugir, o agressor se suicidou. Em seguida, foi bastante criticada ao publicar suas memórias e expor estratégias de resistência, mostrar o agressor como uma pessoa comum (e não um monstro) e contar como conseguiu superar os traumas.

Guardadas as devidas proporções, no Brasil há o caso de Geisy Arruda, hostilizada pelos colegas de faculdade por causa de um vestido curto. Ela se recusou a continuar no papel de vítima e foi criticada por não ter se escondido, procurando lucro e projeção social como compensação pela hostilidade que sofreu.

A generalização cria uma guerra dos sexos inútil, que gera desconfiança e perpetua estereótipos: infantiliza as mulheres e despreza suas possibilidades de resistência ou de mudança de papéis, além de ignorar os inúmeros casos em que os homens são vítimas de violência sexual ou são injustamente acusados de terem-na cometido.

Combatendo a cultura do estupro

A discussão sobre a cultura do estupro já tem cerca de quarenta anos. Não há como ignorar que o mundo mudou bastante nesse período. As mulheres cada vez mais obtêm a igualdade de direitos e questões relacionadas à liberdade sexual são cada vez mais garantidas pelo Estado.

No Brasil, os termos sexistas da legislação criminal foram abolidos em 2005. Em 2009, uma nova lei retirou o crime de estupro da seção de crime contra os costumes, para enquadrá-lo nos crimes contra a liberdade sexual, reconhecendo o direito da vítima de direcionar sua sexualidade de acordo com sua vontade – e não segundo a prescrição social. O crime de estupro também foi alterado de forma a reconhecer que se trata de uma relação de poder, inclusive considerando que tanto mulheres quanto homens podem ser vítimas de estupro.

As modificações na legislação demonstram que, ao menos em relação ao Estado, a cultura do estupro vem sendo sistematicamente eliminada. Embora vários dos avanços legislativos dos últimos anos derivem de condenações do Brasil nas cortes internacionais de direitos humanos, o que importa é a pressão exercida por essas condenações e pelos movimentos sociais para que o Estado, com todo o seu aparato e poder de coerção, atue para que essas práticas sejam modificadas. A estrutura social se modifica para encampar a igualdade entre homens e mulheres e garantir a liberdade sexual de todas as pessoas.

Porém, as práticas sociais mudam lentamente. Publicidade, jornalismo, novelas e outros produtos midiáticos ainda creem estar no século XIX e agem contra a lei divulgando conteúdo que legitima racismo e violência contra mulheres e homossexuais. É necessário combater isso por meios legais e também com manifestações mais incisivas de movimentos sociais. Mas é importante lembrar que ações contra a cultura do estupro devem compreender as mudanças dos últimos anos e reconhecer que se trata de uma disputa em torno de papéis de gênero.

Grupos exclusivamente femininos ou masculinos podem existir para questões específicas, mas é melhor que coexistam com grupos mistos. O diálogo se amplia, as polarizações são matizadas e ao invés de tratarem o homem ou a mulher como inimigos, como muitas pessoas vêm fazendo, é possível perceber que todas as pessoas têm uma causa em comum: lutam para que os papéis de gênero deixem de ser opressores, e que a liberdade e a autonomia de todas as pessoas sejam efetivamente respeitadas.

Não é possível atualmente ter medo ou demonizar os homens, sejam eles heterossexuais ou não: eles são aliados das mulheres na luta contra a cultura do estupro porque também fazem parte e sofrem com a estrutura social que os engessa em papéis de gênero.

Esta estatística vai mudar em breve

Like This Page · Yesterday 

 
 

A professora e pesquisadora da UNB, Regina Dalcastagnè, dedicou seus últimos 15 anos a estudar os modelos sociais construídos e validados pela literatura brasileira contemporânea. Qual a porcentagem de mulheres escritoras? Como os negros costumam ser retratados em obras de ficção? Os resultados mostram uma ficção que é ainda menos múltipla que a realidade nacional, com um perfil de autores médios desconfortavelmente menos uniforme que o Brasil.

Vejam os outros dados
http://pontoeletronico.me/2013/02/18/eu-quero-escrever-um-livro-sobre-literatura-brasileira/

Untitled

Like This Page · about an hour ago 

 
 

 

MENINO GUARANI-KAIOWÁ DE 4 ANOS FOI ATROPELADO E DILACERADO POR CARRO DE FAZENDEIRO
▬ ▬ ▬ ▬ ▬ ▬ ▬ ▬ ▬ ▬ ▬ ▬ ▬ ▬ ▬ ▬ ▬ 
É COM PROFUNDO PESAR, VIMOS INFORMAR A TODOS (AS) QUE MENINO GUARANI-KAIOWÁ DE 4 ANOS DO ACAMPAMENTO DA MARGEM DA RODOVIA PONTA PORÃ E DOURADOS FOI ATROPELADO E DILACERADO PELO CARRO DAS FAZENDAS. À NOITE DO 22/03/2013, UM CARRO SEGUIU E TENTOU ATROPELAR UM GRUPO DE FAMÍLIA GUARANI-KAIOWÁ DO ACAMPAMENTO DE TEKOHA APYKA’I, OS ADULTOS CORRERRAM MAS A CRIANÇA NÃO CONSEGUIU SE ESQUIVAR DO CARRO. ASSIM O CARRO PISOU E DILACEROU O MENINO, O CONDUTOR DO VEICULO FEZ ISSO E FOI EMBORA EM ALTA VELOCIDADE DO LOCAL. COM ESSE MENINO JÁ SÃO CINCOS GUARANI-KAIOWÁ ATROPOLEDOS E DILACERADOS PELO CARRO DAS FAZENDAS NESSA MESMA RODOVIA BR. EM UM ANOS, 03 TRÊS GUARANI-KAIOWÁ DO ACAMPAMENTO INDÍGENA DE APYKA’I FORAM ATROPELDOS DE FORMA IGUAIS PELO CONDUTOR, VISIVELMENTE O ATROPELAMENTO OCORREU DE MODO INTENCIONAL, ISTO É, NÃO É ACIDENTE NÃO. PEDIMOS A TODAS AUTORIDADES FEDERAIS PARA INVESTIGAR E PUNIR OS MANDANTES E OS AUTORES DESSE CRIME BÁRBARO E DESUMANO.
LIDERANÇA DESSE ACAMPAMENTO GUARANI-KAIOWÁ APYKA’I JÁ TEM COMUNICADO A TODAS AUTORIDADES FEDERAIS QUE ELES ESTÃO AMEAÇADOS DE MORTE PELOS JAGUNÇOS DOS FAZENDEIROS QUE RODAM TODAS AS NOITES O SEU ACAMPAMENTO, TENTANDO QUEIMAR AS BARRACAS DELES, ENVENANDO A ÁGUA DA COMUNIDADE INDÍGENA. PRIMEIRO, UM LÍDER RELIGIOSO IDOSO FOI ATROPELADO E DILACERADO PELO FAZENDEIRO. ONTEM A NOITE FOI O NETO. ESSES FAZENDEIROS SÃO EXTREMAMENTE CRUEIS. ASSIM, SÃO OS 5 GUARANI-KAIOWÁ DAS MESMAS FAMÍLIAS FORAM ATROPELADOS E DILACERADOS PELOS FAZENDEIROS. PEDIMOS A JUSTIÇA, HÁ ANÚNCIO DOS FAZENDEIROS DAS REGIÕES DO SUL DE MS QUE PRATICARÃO, DE FORMA PLANEJADA, AS DIVERSAS VIOLÊNCIAS BARBARAS CONTRAS OS GUARANI-KAIOWÁ REIVINDICANTES DAS TERRAS TRADICIONAIS. REPUDIAMOS ESSAS AÇÕES CRUEIS E DESUMANAS DOS FAZENDEIROS DO SUL DE MS.

ATENCIOSAMENTE,

TEKOHA GUASU,23 DE MARÇO DE 2013
CONSELHO DA ATY GUASU CONTRA GENOCÍDIO

Veja mais: http://www.midiamax.com/view.php?mat_id=843017

21 habits of happy people

21 Habits of Happy People

 
“Happiness is a habit – cultivate it.” ~ Elbert Hubbar
Happiness is one aspiration all people share. No one wants to be sad and depressed.

 

We’ve all seen people who are always happy – even amidst agonizing life trials. I’m not saying happy people don’t feel grief, sorrow or sadness; they just don’t let it overtake their life. The following are 21 things happy people make a habit of doing:

 

 

1. Appreciate Life

Be thankful that you woke up alive each morning. Develop a childlike sense of wonder towards life. Focus on the beauty of every living thing. Make the most of each day. Don’t take anything for granted. Don’t sweat the small stuff.

2. Choose Friends Wisely

Surround yourself with happy, positive people who share your values and goals. Friends that have the same ethics as you will encourage you to achieve your dreams. They help you to feel good about yourself. They are there to lend a helping hand when needed.

3. Be Considerate

Accept others for who they are as well as where they are in life. Respect them for who they are. Touch them with a kind and generous spirit. Help when you are able, without trying to change the other person. Try to brighten the day of everyone you come into contact with.

4. Learn Continuously

Keep up to date with the latest news regarding your career and hobbies. Try new and daring things that has sparked your interest – such as dancing, skiing, surfing or sky-diving.

5. Creative Problem Solving

Don’t wallow in self-pity. As soon as you face a challenge get busy finding a solution. Don’t let the set backs affect your mood, instead see each new obstacle you face as an opportunity to make a positive change. Learn to trust your gut instincts – it’s almost always right.

6. Do What They Love

Some statistics show that 80% of people dislike their jobs! No wonder there’s so many unhappy people running around. We spend a great deal of our life working. Choose a career that you enjoy – the extra money of a job you detest isn’t worth it. Make time to enjoy your hobbies and pursue special interests.

7. Enjoy Life

Take the time to see the beauty around you. There’s more to life than work. Take time to smell the roses, watch a sunset or sunrise with a loved one, take a walk along the seashore, hike in the woods etc. Learn to live in the present moment and cherish it. Don’t live in the past or the future.

8. Laugh

Don’t take yourself – or life to seriously. You can find humor in just about any situation. Laugh at yourself – no one’s perfect. When appropriate laugh and make light of the circumstances. (Naturally there are times that you should be serious as it would be improper to laugh.)

9. Forgive

Holding a grudge will hurt no one but you. Forgive others for your own peace of mind. When you make a mistake – own up to it – learn from it – and FORGIVE yourself.

10. Gratitude

Develop an attitude of gratitude. Count your blessings; All of them – even the things that seem trivial. Be grateful for your home, your work and most importantly your family and friends. Take the time to tell them that you are happy they are in your life.

11. Invest in Relationships

Always make sure your loved ones know you love them even in times of conflict. Nurture and grow your relationships with your family and friends by making the time to spend with them. Don’t break your promises to them. Be supportive.

12. Keep Their Word

Honesty is the best policy. Every action and decision you make should be based on honesty. Be honest with yourself and with your loved ones.

13. Meditate

Meditation gives your very active brain a rest. When it’s rested you will have more energy and function at a higher level. Types of meditation include yoga, hypnosis, relaxation tapes, affirmations, visualization or just sitting in complete silence. Find something you enjoy and make the time to practice daily.

14. Mind Their Own Business

Concentrate on creating your life the way you want it. Take care of you and your family. Don’t get overly concerned with what other people are doing or saying. Don’t get caught up with gossip or name calling. Don’t judge. Everyone has a right to live their own life the way they want to – including you.

15. Optimism

See the glass as half full. Find the positive side of any given situation. It’s there – even though it may be hard to find. Know that everything happens for a reason, even though you may never know what the reason is. Steer clear of negative thoughts. If a negative thought creeps in – replace it with a positive thought.

16. Love Unconditionally

Accept others for who they are. You don’t put limitations on your love. Even though you may not always like the actions of your loved ones – you continue to love them.

17. Persistence

Never give up. Face each new challenge with the attitude that it will bring you one step closer to your goal. You will never fail, as long as you never give up. Focus on what you want, learn the required skills, make a plan to succeed and take action. We are always happiest while pursuing something of value to us.

18. Be Proactive

Accept what can not be changed. Happy people don’t waste energy on circumstances beyond their control. Accept your limitations as a human being. Determine how you can take control by creating the outcome you desire – rather than waiting to respond.

19. Self Care

Take care of your mind, body and health. Get regular medical check ups. Eat healthy and work out. Get plenty of rest. Drink lots of water. Exercise your mind by continually energizing it with interesting and exciting challenges.

20. Self Confidence

Don’t try to be someone that you’re not. After all no one likes a phony. Determine who you are in the inside – your own personal likes and dislikes. Be confident in who you are. Do the best you can and don’t second guess yourself.

21. Take Responsibility

Happy people know and understand that they are 100% responsible for their life. They take responsibility for their moods, attitude, thoughts, feelings, actions and words. They are the first to admit when they’ve made a mistake.

Begin today by taking responsibility for your happiness. Work on developing these habits as you own. The more you incorporate the above habits into your daily lifestyle – the happier you will be.

Most of all: BE TRUE TO YOURSELF.

http://www.mindopenerz.com/21-habits-of-happy-people/