Nicolas Hulot realizou um sonho em 2011 quando foi visitar no Brasil o cacique kayapo Raoni Metuktire, conhecido no mundo todo por sua luta em favor da preservação da floresta amazônica e da cultura de seus povos. O que ele filmou neste incrível reservatório de vida natural constituirá o último número de seu famoso programa Ushuaïa, que será divulgado pela emissora francesa de TV TF1 no decorrer do ano (a data não foi ainda anunciada). Nicolas Hulot conhece as dificuldades enfrentadas pelo povo de Raoni, dentre das quais a ameaça concreta da barragem de Belo Monte e as invasões cada dia mais agressivas no território indigena protegido. Abandonados pelo governo brasileiro, os indígenas enfrentam o seu destino com coragem e determinação. É uma luta pela sobrevivência. Com um grande número de representantes indígenas, o cacique Raoni estará presente no Rio para a próxima Cúpula da Terra, Rio+20, chamada de “Cúpula do desenvolvimento sustentável” (uma heresia quando se sabe que que o país anfitrião, o Brasil, esta destruindo a floresta para produzir bio-combustíveis et esta afrouxando o código florestal que limitava o desmatamento). Para se fazer ouvir, Raoni esta precisando de todo apoio. Apesar de não participar desta cúpula, Nicolas Hulot continua ao lado do cacique Raoni, posição concretizada por esta mensagem filmada. De volta á sua fundação, ele apoiou em fevereiro, junto com a associação Planeta Amazônia, um apelo emergencial do cacique Raoni para poder manter um acampamento de guerreiros kayapos numa zona sensível de seu território ameaçada por fazendeiros armados. Ex pre-candidato as eleções presidenciais francesas pelo partido Europe Ecologie Les Verts (Europa Ecologia Os Verdes), Nicolas Hulot foi, junto com Eva Joly e Christiane Taubira, um dos únicos políticos com notoriedade nacional que assinaram a petição do cacique Raoni contra a hidrelétrica de Belo Monte.

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VIA Jose Maria…

VIA Jose Maria Gomes Neto

Quando o planeta Mercúrio fica estacionário retrógrado é hora de começar a rever algumas linhas de ações e, se necessário for, dar alguns passos atrás para calcular a distância adequada e necessária das situações com as quais está envolvido, para então agir com mais presteza e precisão.
A casa de nosso mapa onde acontece essa retrogradação corresponde a uma determinada área de nossa vida que na certa está precisando dessa reavaliação, não é à toa que o planeta “toca” a tivando pelo menos três vezes algum aspecto com os planetas natais, no caso, que se encontram entre o primeiro e o decimo segundo grau de qualquer signo.
Vale a pena conferir em seu mapa a oportunidade de mudança que esses signos de retrogradação oferecem pois as decisões tomadas nesses períodos – de 14 de julho a 8 de agosto – podem mudar radicalmente direções que escolhemos na vida.

Conversas com n…

Conversas com nossos ancestrais, VIA José Maria Gomes Neto

No dia 14 de março as 2h54am – Vênus se encontra no mesmo grau zodiacal de Júpiter, e com Marte em Virgem e Plutão em Capricórnio desenham no céu um GRANDE TRIÂNGULO EQUILÁTERO que envolve o planeta Terra, ligando os três signos desse elemento.

Os antigos astrólogos da Suméria e Babilônia consideravam que Júpiter atuava como uma espécie de “condutor” para os deuses, e que através dele poderiam acessar diretamente a divindade. E deixaram registrado em tábuas de argila encontradas no deserto, acerca da conjunção entre Vênus e Júpiter, que já se encontra visível no céu do pôr do Sol, a seguinte mensagem:
“When Júpiter goes with Vênus, the prayer of the land will reach the heart of the gods.”

“Os deuses irão acolher orações e ouvir súplicas; as profecias do magos se tornarão aparentes.”

É um bom momento para invocar a gratidão pela vida que temos e suplicar por aqueles que são mais necessitados.